segunda-feira, 21 de julho de 2014

Adeus

Há algumas horas atrás a ciência perdia a voz escrita de Rubem Alves. A humanidade se esfregava nos tons das folhas que agora amarelaram. Rubem Alves talvez já esteja nos braços de quem ele muito estudou; está nas canções infantis narradas por mamãe. Rubem Alves não morreu, se eternizou! Rubem Alves agora é pó, é cinza, é doutrina ou Filosofia. Quanto a nós? Ah, nós somos amantes dos que falecem! Vamos ler mais Rubem Alves a partir de amanhã; vamos lamuriar na mesma hipocrisia que lamuriamos a perda de um botão. Enfim, adeus Rubem Alves.

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