sábado, 16 de julho de 2011

monstros do cotidiano

nada que possa matar
algo que eu queira fazer
sofro de medo e dúvida
mas faço algo acontecer

choro o que não posso ser
mas luto até quando eu puder
sou até onde me encontro
vivo pra que não me quer

sinto as dores do mal
pois o bem impera o viver
quem bate não sabe quem sou
sou eu até morrer

fico sombrio
mas nada vai me tomar
dores existem pra mim
e por elas não vou me acabar


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