sexta-feira, 8 de julho de 2011

menina do mato

moro onde quero o meu ninho
pego o que posso alcançar
tiro de onde não tem
amo o que não posso amar

crio o que sempre quis
ando e não posso voar
dito pra não escrever
canto pra não falar

morro quando desejo
desejo o mal a quem não quiser
sinto saudades de amigos
faço o que o meu EU não quer

cerco o caminho de flores
quando tudo parece explodir
minto o que sinto ao seu lado
faça o que pode existir

Um comentário:

musica.santos disse...

o rei da poesia!!!!
ai cara A amizade nunca acaba!!!