sexta-feira, 8 de abril de 2011

vasto mundo

mundo breve mundo
de Maria a Raimundo
tudo também rima
na boca de um vagabundo

terra que remota terra
de montes e vales abertos
de sorrisos entristecidos
antiguidade morando a beira

casa de sete pecados
mundo da Maria virgem
lento leito de um rio
que me faz doer a cabeça

sertão de belas veredas
poeira a voar rumo ao fim
mundo de todas Teresas
paraíso onde a rima tem fim.

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